Investimentos

Como calcular o rendimento de um investimento? Descubra!

O cálculo de rentabilidade também é muito utilizado para avaliar se o cálculo obtido é real. Ou seja, se o retorno das aplicações proporciona um retorno que compensam a alta da inflação.

Quando alguém investe, a intenção é conseguir retorno financeiro para, assim, fazer novas aplicações e, consequentemente, obter novos dividendos. Nesse sentido, saber fazer o cálculo da rentabilidade de investimentos é essencial para não se frustrar com os resultados.

Sabendo fazer o cálculo de rentabilidade, é possível saber se determinado investimento, como em fundos imobiliários, é uma boa aplicação, conhecendo os riscos que envolve e ainda fazer uma análise sobre se o retorno compensa o valor do investimento.

O cálculo de rentabilidade também é muito utilizado para avaliar se o cálculo obtido é real. Ou seja, se o retorno das aplicações proporciona um retorno que compensam a alta da inflação.

Lembrando que, no rendimento real, é descontada a inflação, responsável por seu patrimônio crescer em longo prazo. Os bancos e corretoras, geralmente, informam o valor bruto. Porém, é necessário tirar o valor de taxas e impostos para saber o exato valor líquido.

Quer saber como calcular o rendimento de um investimento? Continue a leitura!

O que é o rendimento de um investimento? É a mesma coisa que rentabilidade?

O rendimento de um investimento ou rentabilidade, como também é chamada, é o que você lucra após a aplicação — ou seja, é o percentual de valorização de determinada aplicação. Trata-se de uma forma de avaliar se a aplicação que você fez deu certo e rendeu dividendos.

Ela pode ser classificada por três tipos. Veja!

  • Nominal: é o rendimento obtido do final do investimento feito em determinado período. Esse valor é líquido sem descontar taxas e impostos.
  • Líquida: é o rendimento atingido após já descontados os impostos e taxas.
  • Real: é o rendimento de um investimento, considerando-se a variação da inflação. Assim, para se avaliar o ganho real, é necessário que o rendimento seja superior ao índice de inflação.

Como calcular o rendimento de um investimento?

No setor de investimentos, é muito importante não confundirmos lucratividade com rentabilidade. São dois fatores diferentes. Isso se deve ao fato de a rentabilidade ser obtida por meio de um investimento em um ativo financeiro. O cálculo feito para sabermos a rentabilidade é realizada pela divisão do lucro do período referente ao valor aplicado no início do investimento. É avaliada pelo percentual sobre o que foi investido, e não pelo valor numérico do dinheiro.

Como exemplo, podemos imaginar que investimos R$5 mil e obtivemos um lucro de R$2.500. A rentabilidade dessa aplicação foi de 50%. Quanto à lucratividade, o cenário é outro. Ou seja, é o ganho que ultrapassa o valor investido inicialmente, após descontados os gastos com impostos e taxas.

Quando nos referimos à liquidez em um investimento, isso tem a ver com a facilidade que um investidor consegue converter em recursos uma aplicação. Assim, quanto maior rapidez houver nesse sentido, é mais fácil a conversão e mais liquidez o investimento garantirá. Resumindo, quanto mais rápido e fácil é transformar um ativo em dinheiro, maior será a sua liquidez.

Quais as principais características do rendimento de um investimento?

É comum ficarmos confusos na hora de escolher o melhor investimento para o nosso caso, não é? O fato é que são muitas opções e gera insegurança em razão da dúvida sobre qual será a mais adequada para os recursos que dispomos. Na verdade, o mais sensato é seguir aquela máxima de não depositar “todos os ovos em uma mesma cesta”, certo? Então, é interessante criar uma carteira de investimentos variada, caso um ativo tenha mais rentabilidade que outro.

Dessa forma, você manterá um certo equilíbrio, e indo com “menos sede ao pote” — outra máxima. Vamos, então, saber quais são as características e perfis mais comuns de bons investidores? Algumas características peculiares podem fazer a diferença, e acontecer de pessoas com os mesmos recursos conseguirem mais lucratividade que outras. Alguns detalhes podem colaborar. Vamos saber!

Emissor

Esse é um ponto crucial, afinal, saber quem é o emissor do título é importante para entender se realmente haverá lucros na aplicação. Ou seja, é a aplicação financeira que garantirá a rentabilidade. Escolher a melhor aplicação é decisivo para obter sucesso.

Distribuidor

Agora, é razoável que entre em cena também uma pessoa importante — a figura do distribuidor. Como o nome indica, é com ele que a distribuição é realizada. As empresas funcionam assim: negociam o que o emissor criou e “vendem” para aqueles investidores interessados em aplicar o seu dinheiro.

Investimento

As empresas que trabalham em investimentos funcionam da seguinte forma: o emissor cria um investimento e eles têm apenas o trabalho de divulgar e vender, para que os que têm interesse possam aplicar os recursos.

É interessante perceber que o distribuidor, logicamente, não fabrica o dinheiro, apenas faz a ponte entre o investimento e os que desejam investir. É possível nos depararmos com muitas empresas que funcionam assim, bastando entrar no site de investimento e encontrar uma boa variedade de produtos emitidos por terceiros.

Garantia do FGC

O CDB, LCI, LCA e poupança são modalidades de investimentos que têm garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), órgão que garante investimentos de determinados ativos, ou seja, eles contam com cobertura desse órgão. O Tesouro Direto, por exemplo, não possui essa garantia, talvez porque seja uma forma segura de investimento — já que o governo é o emissor.

Liquidez

Falando-se em investimentos, todo cuidado é pouco, isso vale para a liquidez, que é outra característica extremamente importante dos investimentos. No mercado financeiro, vários ativos contam com a liquidez, sendo aquele momento em que se esperam resultados mais rápidos nos investimentos. Lembrando que existem investimentos em que a liquidez só ocorre no vencimento. Neste caso, não tem jeito. É esperar ou contar com a reserva de emergência que todos devem ter.

De que forma o investimento em imóvel difere de um fundo de investimento?

A principal diferença entre investimento em imóvel e fundo imobiliário é no formato. Quando se investe em imóvel, terrenos e lotes, a aquisição é feita na sua totalidade — você compra um imóvel. No fundo imobiliário, o investidor compra uma parte de um imóvel que já existe. Ou seja, o fundo imobiliário é indicado para quem deseja comprar parte de um imóvel. Na verdade, a pessoa não se descapitaliza, porque compra uma parte do imóvel por um valor menor do que se fosse adquirir um imóvel inteiro.

Rentabilidade

Os fundos imobiliários funcionam como um aluguel, só que existem descontos do Imposto de Renda no valor. Essa modalidade é dividida em cotas negociadas em bolsa, com a finalidade de captar recursos com investidores para aplicar em negócios imobiliários (shoppings e escritórios, por exemplo).

Como você conferiu neste conteúdo, investir em qualquer modalidade requer uma boa análise para saber qual delas tem mais a ver com o seu perfil de investidor.

Interessou-se pelo assunto? Entre, então, em contato conosco, pelo nosso site, e obtenha mais informações sobre investimentos imobiliários!

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